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Domingo, 25 Julho 2021, 13:11

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   Divulgação e Notícias





Novo laboratório de análises clínicas com trinta anos de experiência

Inaugurado em Maio de 2011, o novo Laboratório de Análises Clínicas Brum & Freitas Lda representa são só uma das mais modernas infra-estruturas do sector nos Açores, como um investimento empresarial a pensar e pensado para o futuro.

O novo imóvel, construído de raiz para o efeito, localiza-se no centro da Praia da Vitória, na ilha Terceira, resulta de um investimento financeiro global na ordem dos 800 mil euros. Um projecto co-financiado pelo PRORURAL, apoiado por via da GRATER, com cerca de 75 mil euros.

Trata-se, refere-nos João Pedro Freitas, proprietário, director técnico e especialista em análises clínicas “do maior investimento da nossa empresa até agora”.

A ajuda da Associação de Desenvolvimento Regional revelou-se positiva até porque “para quem está há trinta anos no sector, nunca tivemos apoio de instâncias públicas ou governamentais”, explicou o sócio-gerente.

O novo laboratório, que é o único neste concelho, substitui o ponto de recolha que a Brum & Freitas aqui possuía, passando a empresa a dispor agora de dois laboratórios, este na Praia, e o de Angra do Heroísmo, empregando uma equipa de onze trabalhadores.

O imóvel, de dois pisos, assenta num projecto de arquitectura que junta a funcionalidade, a estética e o conforto.

 

Laboratório

pioneiro nas ilhas

 

Em funcionamento desde 1981, o Laboratório Brum & Freitas Lda tem sido pioneiro nos Açores, não só por via das melhorias tecnológicas que tem implementado, como pela certificação de qualidade dos seus serviços.

A Brum & Freitas orgulha-se de ter tido o primeiro laboratório certificado na ilha Terceira, o segundo dos Açores. Na altura, há cerca de doze anos, existia somente meia centena de estabelecimentos do género no país com igual qualidade atestada pelo IPQ - Instituto Português da Qualidade.

Hoje está certificado pela Norma ISO 9001:2008, uma designação que para os clientes poderá passar ao lado mas que, para a empresa, implica investimento financeiro e organizacional e uma gestão muito rigorosa: “esta certificação assenta num programa de controlo interno e processos de avaliação externos de qualidade”, explica João Pedro Freitas. O especialista explica que, neste âmbito, são realizadas auditorias e que é feito um “controlo muito apertado de todos os parâmetros aqui analisados”.

 

Privados dependem

de decisões do público

 

Os desafios de operar num arquipélago, conta-nos o especialista, está não só na necessidade de ter de fazer uma maior stockagem de produtos e mercadorias e gerir o transporte das mesmas, por comparação com os colegas no continente, como pela rentabilização ao máximo dos equipamentos perante o universo de utentes existentes nas ilhas.

Para já, e perante um mercado dividido por quatro laboratórios privados que existem na ilha Terceira, as principais preocupações vão para as decisões que a tutela pública da saúde implementa, uma vez que a maioria dos clientes da empresa vem por conta do Serviço Regional de Saúde, sobretudo dos centros de saúde.

Assim, a introdução, neste último Verão, de taxas moderadoras nos Açores trouxe uma redução de receitas na ordem dos 30 a 35 por cento, contabilizou o sócio-gerente.

Igualmente a cargo das decisões públicas estão, por outro lado, a dimensão e a capacidade instalada dos laboratórios nos hospitais açorianos: “se retirarem este serviço aos privados perspectivam-se dificuldades. É preciso ponderar bem e não se pode andar em experiências”, recordando que existem nas ilhas entre 130 a 150 postos de trabalho directos criados pelos laboratórios de análises clínicas”.

 




 

MICROBIOLOGIA

Aposta na análise

de alimentos e água

 

A microbiologia alimentar e as análises microbiológicas e químicas da água são dois campos que o Laboratório Brum & Freitas Lda. vai apostar. Uma nova oferta no mercado que marca um posicionamento empresarial explicado pelas regras mais exigentes de controlo dos produtos para consumo, seja na restauração, com os imperativos legais das rígidas normas do HACCP, abreviatura de “Hazard Analysis and Critical Control Point” que se traduz por “Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos”; seja ao nível da gestão pública no controlo da qualidade das águas, ou para consumo ou usufruto, que obriga autarquias e outros serviços da administração, e não só, também empresas, a verificar com regularidade e segundo legislação nacional e comunitária, as águas potáveis, as águas em zonas balneares, etc. : “estamos já a pensar no futuro”, referiu João Pedro Freitas, o responsável pelo laboratório.

Para já, conta: “vamos começar a divulgar a nossa capacidade de fornecer estes serviços”, mas com uma certeza: “temos capacidade para absorver todo o serviço que a ilha Terceira necessita”.



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